Review: Invincible #110

Cocotas e cocotos, não estava nos meus planos fazer o review de Invincible #110, mas fazendo o post anterior uma curiosidade mórbida surgiu em mim, o que me fez conferir essa edição. Vou tentar do meu jeito fazer esse review, mesmo não sabendo o que ocorreu nas edições anteriores.

A edição começa com Mark chegando em casa, e pelo visto se passaram seis meses, lá encontra a sua namorada (que está grávida) costurando e PUTA DA VIDA pelo fato da demora, de não saber onde o namorado estava, pelo dor que estava sentindo por sentir a sua falta, ou seja, todo aquele blá-blá-blá típico de uma clássica “DR”.

Mark tenta se justificar, mas não diz coisa com coisa, fica falando de um tal de “robô” e outras coisas sem nexo, isso só complica a situação para ele, pois a moça argumenta que não quer que o filho conviva com esse tipo de situação, que poderá trazer grandes dores para o rebento, e por essas circunstâncias decide terminar com o cara.

Mas mesmo assim ela ainda pede para ficar na casa (que é dele) por um tempo até o bebê nascer, e praticamente expulsa Mark de casa, ele resolve sair mais deixando claro que quando tudo se resolver (provavelmente o trama principal do arco, que eu não faço a mínima ideia) irá reconquistará ela.

Quando ele está saindo de casa aparece uma moça dizendo que eles necessitam “perpetuar” a espécie, mas ele nem dar bola dizendo que não está a fim, só que a moça é braba e resolve sair na porrada com o cara, é soco pra lá, sangue pra cá, até que a mulher joga ele no chão fazendo um grande buraco.

Aí entra a parte mais norsense da HQ, confesso que nunca tinha lido algo assim em uma HQ. A mulher rasga a roupa de ambos e LITERALMENTE estupra o cara. Isso mesmo leitor, ela obriga ele a ter relações sexuais, tudo para que a espécie deles se perpetuem, é literalmente de cair o cu da bunda. Depois do serviço feito a moça levanta toda vitoriosa de si e vai embora voando e NUA, deixando Mark desolado e com cara de bunda.

Agora vamos para a análise dos fatos, no que tange aos desenhos Ryan Ottley e John Rauch fazem um trabalho no estilo “arroz com feijão”, ou seja, o básico do básico, não comprometem mais também não inovando. Agora sobre o roteiro Robert Kirkman deu um verdadeiro migué, um tanto quanto superficial e gratuito. Deu a entender que ele tinha pouco tempo e escreveu qualquer coisa, sem se preocupar com o sentindo que faria. Eu até compreendo isso, já que ele na contemporaneidade é uma pessoa bem ocupado, com a HQ e o seriado The Walking Dead. Porém isso não justifica a ruindade de Invincible #110.

Nota – 3.0

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