Review retro: Spawn #1

Para finalizar a semana, nada mais do que uma versão quadrinística de Vale a Pena ver de Novo. Huhauahuhaauahhauhauauauhahuha!!! Explico. Vou fazer abaixo um breve review da HQ mais clássica de todos os tempos. A primeira edição de Spawn. Lançada a mais de 20 anos pela Image Comics. Let’s go!!!!

Primeiramente algo como um monologo surge, alguém atormentado pela não aceitação de uma suposta situação se lamenta copiosamente, nesse instante alguma coisa surge no topo de um prédio, será o Batman? Hahhauahahuahuahua!!!

Em seguida três ancoras de telejornais dão algumas informações sobre o T
enente-Coronel Al Simmons, que aparentemente foi assassinado em circunstâncias desconhecida. Destacando o heroísmo dele em salvar o presidente e a atitude da viúva em fazer a fila andar com o melhor amigo de infância.

A abordagem volta para a criatura do começo da revista, que aparenta ser o tal militar. Ele começa a recordar da sua vida, de algumas pessoas, da esposa e das circunstâncias da sua morte. Os pensamentos se voltam para a esposa. E desejando vê-la novamente, fez o pacto com o capiroto para retornar a vida. Mas esse acordo teria um grande preço a pagar.

Um desses preços foi a amnésia. Ele não se lembra de quase nada. Apesar de ganhar poderes sobre-humanos, na forma de um tipo de armadura biológica.  Então ele promete procurar a mulher misteriosa dos seus pensamentos e meter porrada na pessoa que o matou.

Agora vamos para a clássica e clichê cena das apresentação dos poderes. Spawn chega em uma quebrada e ver vários meliantes prestes a cometerem atos libidinosos contra uma mulher. Aí o pau começa a rolar. Depois do fight ele começa a ter umas visões do seu próprio enterro e da sua então esposa. E logo percebe que da sua morte até o presente momento se passou 5 anos. Em um momento de desespero, começa a tirar o uniforme e ver que todo o seu corpo está queimado. Decorrente do que houve na sua morte.

Os traços de Todd McFarlane realmente foram os chamariz da época. Um tom e estilos que transformaram as cabeças dos fãs de quadrinhos da época e juntamente de um roteiro bem dark com elementos de rua e violência estilizada transformaram essa HQ em símbolo cult.

Nota – 9.0

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