Frank Miller: A necessidade de ter o bom senso de parar

A vida é feita de ciclos. Cada etapa tem o seu momento. A infância é feita para brincar, a fase adulta é para se preocupar com emprego, amores e etc. E a terceira idade é o momento de descansar. É claro que muitas pessoas se mantém ativa e prolongam a fase do trabalho. O arquiteto Oscar Niemeyer é um grande exemplo, trabalho até pouco perto do seu falecimento. Mas em determinadas situações, o corpo não responde os comandos do cérebro. E nessa hora o momento de parar deve ser feito, para evitar determinadas frustrações e humilhações.

E no mercado de quadrinhos temos um atual exemplo. O grande roteirista e quadrinista Frank Miller. Conhecido mundialmente por suas produções na Marvel, DC e Dark Horse. Além de ter feitos alguns trabalhos esporádicos na Image Comics, como “Spawn: Dark Discoveries” e a one-shot “Spawn/Batman”. Ficou famoso pelos seus traços, um estilo único que marcou gerações.

Porém, de alguns anos para cá, Miller foi acometido por alguma enfermidade misteriosa, mesmo assim ele continua a sua vida profissional. Produzir, dirigir, roteirizar. Não é problema para ele. A grande questão é que ultimalmente os desenhos dele estão de mal a pior. Traços totalmente perdidos, pouca noção de anatomia e sombra. Uma verdadeira negação. Veja com os seus próprios olhos.

Isso acaba resultando em comentários negativos, que minam toda a credibilidade do autor. Fazendo passar vergonha e desmoralizando o seu legado.

Por isso Frank Miller, pare enquanto você está por cima.

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